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MTI do Brasil

Sexta, 24 Mai 2019
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Tecnologia da Informação (TI)

As assinaturas de banda larga no Brasil cresceram quase 100% em 2011, fechando o ano com 41 milhões de usuários. "Embora menor que o percentual de 2010, que foi de 138%, esse número continua sendo bastante expressivo e retrata o forte potencial de consumo população, inclusive da chamada nova classe média", comenta Erasmo Rojas, diretor da 4G Americas para America Latina e Caribe.

Apesar de um constante crescimento, o uso real de dados  ainda é pequeno. Enquanto em países como Argentina os usuários consomem cerca de 48% de seus pacotes (dados + voz) em banda larga móvel, no Brasil o percentual é de apenas 22%, 1 ponto percentual menor que a média da região. Em receita, isso significa 3,08 dólares dos 14 dólares, que é a média mensal da América Latina de gasto com celular.

"A entrada de novos handsets, como tablets e smartphones, pode ajudar nesse crescimento", destaca o executivo, que aponta a diminuição do uso dos modens externos como indicio desse movimento. Em 2010, o número de acessos à banda larga móvel por modens e celulares era quase a mesma. Hoje, apenas 19% da conexão móvel é feita por modens. A grande maioria, 81%, é realizada por celulares.

Os leilões de novas frequências também devem impulsionar esse crescimento, já que as operadoras poderão oferecer serviços com mais qualidade. A penetração de banda larga móvel na América Latina é de 12%, e a estimativa da 4G Américas é de que em 2015 atinja 57%, ultrapassando voz, que é ainda a principal fonte de receita das operadoras hoje.

Globalmente, a demanda de celulares com acesso a banda larga móvel cresce 75% ao ano, porém, metade desse recurso é consumido por apenas 1% dos usuários, enquanto 3% dos usuários de peso (heavy users) são responsáveis por 70% do trafego.

"As operadoras têm o desafio de encontrar um caminho para dosar uso e receita, pois as redes não são capazes de suportar hoje uma fatia grande de usuários de peso. Como a nova geração já nasce conectada, esse tipo de usuário deve crescer muito", completa Rojas.

 

fonte Olhar Digital

Sistema operacional deixará de ser suportado em 2014, quando completar 12 anos de vida. "Se você não começou a migrar, está atrasado", diz gigante.

A Microsoft iniciou a contagem regressiva para o fim do Windows XP, o sistema operacional com a vida mais longa na história da empresa.

Tanto o SO quanto a suíte Office 2003 não serão mais suportados daqui a dois anos, em 8/04 de 2014, segundo Stella Chernyak, diretora de marketing da gigante. Mesmo as atualizações de segurança deixarão de ser desenvolvidas para os softwares.

“O Windows XP e o Office 2003 foram grandes lançamentos em seu tempo, mas desde então a tecnologia avançou”, afirmou, via blog oficial.

Quando descontinuado, o sistema da Microsoft terá sobrevivido a 12 anos e 5 meses, ou dois anos e meio a mais do o Windows NT, detentor do antigo recorde.

Essa não é a primeira vez que a companhia de Redmond sugere a seus usuários que abandonem a antiga versão e adotem uma nova. Em junho do ano passado, ela foi categórica em afirmar que havia chegado a hora de “seguir em frente” e, alguns meses antes, a equipe do Internet Explorer disse a mesma coisa para explicar por que o recente modelo do navegador não seria compatível com o XP.

Participação em queda
Nos últimos 12 meses o Windows XP perdeu quase dez pontos percentuais de participação no mercado, segundo o instituto Net Applications. Se o declínio seguir o mesmo ritmo, o que é improvável, ele estará ainda em 17,1% dos computadores quando for descontinuado.

“Em nossa última pesquisa, em outubro de 2011, os entrevistados disseram que 96% de seus PCs terão migrado do XP quando o suporte chegar ao fim”, afirmou Michael Silver, do instituto Gartner. “No entanto, 16,5% das organizações estimaram que mais de 5% de seus usuários ainda estarão utilizando-o.”

Leia mais: Por quê você ainda usa o Windows XP?

Não chega a ser uma surpresa o conselho da Microsoft para que as empresas e usuários adotem logo o Windows 7 em vez de esperar pelo Windows 8, que deve chegar em outubro. Segue a lógica de que “melhor um pássaro na mão do que dois voando”.

“Não recomendados esperar”, disse Chernyak. “Não só é importante para as companhias completarem a migração antes do fim do suporte, como a atualização para Windows 7 e Office 2010 as ajudarão a melhorar seu desempenho enquanto preparam a estrutura para os modelos futuros.”

No site oficial a gigante também é contundente. “Se sua organização ainda não começou a migração para um PC moderno, ela está atrasada”, diz, lembrando que o processo precisa de 18 a 32 meses para ser completado.

 

fonte idgnow

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