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MTI do Brasil

Sexta, 24 Mai 2019
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Desde quinta-feira (26/07), 3,9 mil pessoas se cadastraram para receber a nova tecnologia de banda larga do Google. Conforme divulgado pelo The Verge, mais de 20% das regiões que pediram pelo chamado Fiber possuem solicitações suficientes para garantir a novidade.

 

O Google garante que o Fiber vai entregar internet a uma velocidade de 1 Gb por segundo, o que é cerca de 100 vezes mais rápido que os principais produtos dos Estados Unidos.

 

O serviço será instalado nas duas Kansas City (nos Estados de Kansas e Missouri), e para consegui-lo é preciso que os interessados reúnam certa quantidade de solicitações, em regiões chamadas de "fiberhoods".

 

fonte Olhar Digital

As assinaturas de banda larga no Brasil cresceram quase 100% em 2011, fechando o ano com 41 milhões de usuários. "Embora menor que o percentual de 2010, que foi de 138%, esse número continua sendo bastante expressivo e retrata o forte potencial de consumo população, inclusive da chamada nova classe média", comenta Erasmo Rojas, diretor da 4G Americas para America Latina e Caribe.

Apesar de um constante crescimento, o uso real de dados  ainda é pequeno. Enquanto em países como Argentina os usuários consomem cerca de 48% de seus pacotes (dados + voz) em banda larga móvel, no Brasil o percentual é de apenas 22%, 1 ponto percentual menor que a média da região. Em receita, isso significa 3,08 dólares dos 14 dólares, que é a média mensal da América Latina de gasto com celular.

"A entrada de novos handsets, como tablets e smartphones, pode ajudar nesse crescimento", destaca o executivo, que aponta a diminuição do uso dos modens externos como indicio desse movimento. Em 2010, o número de acessos à banda larga móvel por modens e celulares era quase a mesma. Hoje, apenas 19% da conexão móvel é feita por modens. A grande maioria, 81%, é realizada por celulares.

Os leilões de novas frequências também devem impulsionar esse crescimento, já que as operadoras poderão oferecer serviços com mais qualidade. A penetração de banda larga móvel na América Latina é de 12%, e a estimativa da 4G Américas é de que em 2015 atinja 57%, ultrapassando voz, que é ainda a principal fonte de receita das operadoras hoje.

Globalmente, a demanda de celulares com acesso a banda larga móvel cresce 75% ao ano, porém, metade desse recurso é consumido por apenas 1% dos usuários, enquanto 3% dos usuários de peso (heavy users) são responsáveis por 70% do trafego.

"As operadoras têm o desafio de encontrar um caminho para dosar uso e receita, pois as redes não são capazes de suportar hoje uma fatia grande de usuários de peso. Como a nova geração já nasce conectada, esse tipo de usuário deve crescer muito", completa Rojas.

 

fonte Olhar Digital

São Paulo – O Brasil anunciou hoje que prepara o lançamento de um satélite geoestacionário de comunicação que permitirá levar internet banda larga para todos os municípios do país.

A declaração foi feita pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp, durante conferência em Nova Delhi, na Índia.
Segundo o ministro, haverá um concurso internacional para buscar uma cooperação técnica e tecnológica para o satélite. A construção e o lançamento serão de responsabilidade da Telebrás e da Embraer, com um custo estimado de R$ 750 milhões.

O prazo para a conclusão do projeto, no entanto, não foi informada pelo governo. De acordo com o ministro, o novo satélite permitirá expandir o acesso à internet no Brasil, levando a opção de conexão banda larga e 3G aos municípios do país.

Além do satélite de comunicação, o Brasil também discute com Índia e África do Sul o lançamento de outro tipo de satélite, para observação do clima no Atlântico Sul e que permitirá entender anomalias com o campo magnético terrestre.

O ministro participa da delegação da presidente Dilma Rousseff na reunião de cúpula dos Brics (bloco dos países emergentes como Brasil, Rússia, Índia e China), que ocorre em Nova Delhi.

 

fonte: INFO Online